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{{ESR2|1=18 de novembro|marcação=20131118|assunto=ciências sociais|2=Artigo sem [[WP:FF|fontes fiáveis]] e [[WP:FI|independentes]] que confirmem as afirmações do texto e atestem notoriedade. Ver [[WP:V|princípio da verificabilidade]] e [[WP:CDN|critérios de notoriedade]]. Páginas pessoais, fóruns, blogues e redes sociais (como Facebook, Twitter, etc.) não são fontes fiáveis. [[Usuário:Yanguas|<span style="color:#0000cd;font-family:Futura;font-size:9pt">'''Y'''''anguas''</span>]] <sup>[[Usuário Discussão:Yanguas|diz!]]-[[Especial:Contribuições/Yanguas|fiz]]</sup>  20h02min de 13 de novembro de 2013 (UTC)}}

[http://www.unr.edu/cla/ch/Faculty_Pages/faculty_glotfelty.htm Cheryll Glotfelty] define esta tendência como “o estudo da relação entre a literatura e o meio ambiente”, ou seja, o nosso ecossistema (grupo formado por uma comunidade de organismos que interagem uns com os outros). Da mesma forma se aplica esta ideia de se relacionar a diferentes disciplinas de conhecimento, que visa combinar ecocrítica, encontrando campos de harmonia que nos permitem entender esses paradigmas errados em que foram baseados os mitos do progresso e do desenvolvimento. 
Um amplo campo interdisciplinar que abre os nossos olhos, a relação dos estudos literários e um melhor discurso ecológico sobre outras disciplinas e afins, como a antropologia, filosofia, sociologia, psicologia e ética.

Ecocrítica  é uma teoria que aborda tudo, e está ligado a tudo. Há por assim dizer, um interesse em aplicar o uso de conceitos da ecologia em obras literárias, assim, estabelecer uma conexão entre a obra literária, o autor e ecologia. Uma das características mais importantes da ecocrítica está aplicada em incentivar a consciência ambiental através da literatura. O ecocriticismo ou ecocrítica tem uma abordagem baseada na terra e da natureza para o estudo da literatura. 

Outros ecocríticos:
Para além de Cheryll Glotfelty e do seu livro The ecocriticism Reader, existem outros estudos de críticos tão importantes como os de:

•	Lawrence Buell (The Environmental Imagination, 1995),

•	Jonathan Bate (The Song of the Earth, 2000),

•	Lawrence Coupe (The Green Studies Reader, 2000),

•	Karla Armbruster y Kathleen Wallace (Beyond Nature Writing : Expanding the Boundaries of Ecocriticism, 2001),

•	Glen A. Love (Practical Ecocriticism: Literature, Biology, and the Environment. Under the Sign of Nature: Explorations in Ecocriticism, 2003).