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Como um fato real, durante a Segunda Guerra Mundial, o contra-almirante nazista Karl Donitz, oficial de alto escalão da marinha alemã, comandante - general da ''Alcatéia de Submarinos'', reportou a seu chefe Hitler, que uma das suas tripulações mais "rebeldes" e atuantes de submarinistas, tinha comunicado e confirmado em Diário de Bordo de seu ''Lobo do Mar'', que não iria participar de uma batalha de corso em Suez, local alvo nazista, pois havia visto o tal Galeão, o Holandês Voador, e isso era um sinal - sinistro de fracasso naval. 

[[File:Bundesarchiv Bild 101II-MW-3491-06, St. Nazaire, Uboot U 94, Karl Dönitz.jpg|thumb |250px |right|Karl Donitz e os U-boats]]

O que foi acatado com muita naturalidade, tanto por Adolf Hitler como pelo Grande Almirante Donitz.

Em 1939, dezenas de pessoas na praia Glencairn na Cidade do Cabo reportaram ter visto o Holandês Voador avançando para a costa com as velas enfunadas, mas desaparecendo antes do desastre. 

Os zeladores do farol no Cape Point Lighthouse disseram que veem frequentemente o Holandês Voador durante as tempestades. 

Em 1835,  um navio britânico quase colidiu com o Holandês Voador, que apareceu dentro da noite com as velas enfunadas, mas desapareceu no último instante

[[File:HMS Bacchante (1876)-2.jpg|thumb |250px |left| HMS Bacchante 1876]]

A versão mais famosa em quem alguém diz ter visto o "Holandês Voador" é a seguinte: 

"O céu estava claro e o mar calmo quando o ''HMS Bacchante'' fazia o percurso de Melbourne a Sydney, na Austrália, em 11 de julho de 1881. 

De repente, o vigia no castelo de proa anunciou a aproximação de um barco a bombordo. 

Oficiais e tripulantes –treze no total, dirigiram-se às amuradas para ver o recém-chegado. 

Estavam a bordo da referida nau o príncipe George (depois rei George V) da Inglaterra e seu irmão, príncipe Albert Victor. O que mais chamou a atenção dos homens do Bacchante é que emanava do navio avistado uma estranha luminosidade vermelha, que o deixava todo aceso. 

Entretanto, logo depois de ter sido avistado, o navio sumiu e não restou nenhum vestígio nem qualquer sinal algum do barco. 

Os diários dos membros da família real registraram que mais tarde, naquela mesma manhã, o vigia caiu da trave do mastro principal e despedaçou inteiramente no chão da nau. E, ao chegar ao seu destino, o almirante do Bacchante foi acometido de uma doença fatal. 


Treze homens no Bacchante e dois outros navios viram o Holandês e o registro permanece na publicação oficial do Almirantado ''The Cruise of H.M.S. Bacchante.''