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Não inclua qualquer tipo de link (exemplo:Wikipédia) ao escrever a sinopse.

Procure deixar a sinopse curta, com uma ou duas sentenças.

Você pode usar uma das seguintes predefinições  para preencher o campo Ficheiro:  

    {{exclusivo}} para  entrevistas exclusivas;

    {{especial}}  para  reportagens especiais.

Se nenhuma das opções anteriores servir e você não tiver nenhum imagem para colocar, você pode usar uma das seguintes opções:

    {{logotipo}}  logotipo oficial do Wikinotícias (se você não souber o que colocar).

    {{nada}}      para colocar nada.

Ajuste o tamanho da imagem para 120 quando usar qualquer uma dessas opções padrão (exclusivo, especial, etc).

Se você quiser destacar uma cobertura, troque "Destaque" por "Cobertura". 

Se você tiver uma história relacionada e publicada algum dia anterior, você pode usar a predefinição {{Destaque-ext}}. A diferença entre os dois é:

|Artigo secundário=

-->
{{Destaque-ext
 | Título            = Acadêmicos angolanos propõem fundos estatais para apoio a associações humanitárias
 | Ficheiro          = Flag of Angola.svg
 | Texto da imagem   = Angola
 | Largura da imagem = 200px
 | Artigo secundário = 
 | Sinopse         = Acadêmicos {{wikt|angolano}}s sugerem ao governo, dirigido por {{w|João Lourenço}}, que a partir de 2018 passe a atribuir uma fatia dos fundos do {{wikt|Estado}} às organizações não-governamentais que lutam a favor das comunidades pobres em {{w|Angola}}.

São, entre outros, os casos das associações, SOS-Habitat, Construindo Comunidades, Associação de Luta Contra a AIDS (ANASO), Mãos Livres e ADRA que, para os analistas, deviam beneficiar de fundos do Estado devido ao seu caráter marcadamente filantrópico.

As organizações não governamentais ({{wikt|ONG}}) fazem face a enormes dificuldades financeiras que se têm vindo a agravar.

O docente universitário João Lukombo Zatuzola considera que o novo Governo tem de mudar as políticas anteriores assentes no apoio apenas às organizações de caráter político e partidário, apoiantes do partido no poder.

Entre as organizações reconhecidas como “instituições de utilidade pública”, com livre acesso a verbas do Orçamento Geral do Estado, destacam-se o chamado Movimento Nacional Espontâneo, AMANGOLA, AJAPRAZ e KUBUSCORP do Palanca, todas elas dirigidas por figuras ligadas ao MPLA.

O também acadêmico Carlinhos Zassala defende que a par de organizações de trabalho humanitário também algumas ordens profissionais deviam beneficiar de um suporte do Estado para melhor desempenharem as suas funções.

Ele mencionou em particular organizações que fornecem apoio judicial a pessoas sem meios para tal.Que desafios as startups enfrentam na África?
 | Ficheiro          = Flag of Mozambique.svg
 | Texto da imagem   = Moçambique
 | Largura da imagem = 200px
 | Artigo secundário = 
 | Sinopse         ={{data|21 de janeiro de 2018}}
O tema de hoje no Espaço do Ouvinte é empreendedorismo, e conversamos a respeito com o {{wikt|moçambicano}} Manuel Pedro Muteruco, de 25 anos, que tem duas startups no ramo das tecnologias de informação.

Ele é fundador da Mozstart, uma plataforma de financiamento coletivo e aceleradora de startups, e cofundador da Fundzani, uma plataforma de ensino que ajuda na preparação para exames de admissão no ensino superior.

Mas antes de avançarmos no assunto, sabe o que é uma startup? Startup é geralmente uma empresa que está iniciando sua operação no mercado e procurando desenvolver um modelo de negócio escalável e repetível. Estas companhias buscam a inovação em qualquer área ou ramo de atividade.

Muteruco tem um objetivo claro: quer usar a {{wikt|informática}} para otimizar e ajudar no desenvolvimento da {{w|África}} e também de outros continentes.

Ele explica que há vários desafios que as startups enfrentam, entre eles o desconhecimento do significado das palavras “startup e “empreendedorismo,” além da escassez de livros sobre o assunto em {{wikt|português}}.

Outros desafios também citados foram como encontrar opções de financiamento para uma startup e como fazer a aceleração dela.

Muteruco lembra que quando começou a investir teve muita dificuldade de encontrar uma aceleradora, ou seja um mentor, que lhe ajudasse a levar a empresa para um outro nível. A ideia primordial foi buscar o financiamento coletivo.

Manuel Muteruco, que é natural da {{w|Beira}}, província de {{w|Sofala}}, explica que a plataforma Mozstart ajuda os futuros empreendedores da seguinte forma.

O interessado precisa gravar um vídeo de três minutos e explicar sua ideia, quanto de dinheiro precisa para colocar aquilo em prática, e quais benefícios os investidores vão ter caso queiram investir na empresa. Depois o empreendedor escolhe se quer um financiamento coletivo ou se prefere uma parceria. Se optar por uma parceria é preciso informar qual é a percentagem das ações que o parceiro vai receber e quanto as ações valem.

Manuel Pedro Muteruco é estudante de engenharia informática no {{w|Instituto Politécnico da Guarda}}, {{w|Portugal}}.
Para saber mais sobre o entrevistado, a plataforma de financiamento coletivo e aceleradora de startups, além da plataforma de ensino que ajuda na preparação para exames de admissão no ensino superior, confira a entrevista na íntegra!
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