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{{ESR2|1=18 de novembro|marcação=20131118|assunto=ciências sociais|2=Artigo sem [[WP:FF|fontes fiáveis]] e [[WP:FI|independentes]] que confirmem as afirmações do texto e atestem notoriedade. Ver [[WP:V|princípio da verificabilidade]] e [[WP:CDN|critérios de notoriedade]]. Páginas pessoais, fóruns, blogues e redes sociais (como Facebook, Twitter, etc.) não são fontes fiáveis. [[Usuário:Yanguas|<span style="color:#0000cd;font-family:Futura;font-size:9pt">'''Y'''''anguas''</span>]] <sup>[[Usuário Discussão:Yanguas|diz!]]-[[Especial:Contribuições/Yanguas|fiz]]</sup>  20h02min de 13 de novembro de 2013 (UTC)}}

[http://www.unr.edu/cla/ch/Faculty_Pages/faculty_glotfelty.htm Cheryll Glotfelty] define esta tendência como “o estudo da relação entre a literatura e o meio ambiente”, ou seja, o nosso ecossistema (grupo formado por uma comunidade de organismos que interagem uns com os outros). Da mesma forma se aplica esta ideia de se relacionar a diferentes disciplinas de conhecimento, que visa combinar ecocrítica, encontrando campos de harmonia que nos permitem entender esses paradigmas errados em que foram baseados os(contracted; show full)
•	Jonathan Bate (The Song of the Earth, 2000),

•	Lawrence Coupe (The Green Studies Reader, 2000),

•	Karla Armbruster y Kathleen Wallace (Beyond Nature Writing : Expanding the Boundaries of Ecocriticism, 2001),

•	Glen A. Love (Practical Ecocriticism: Literature, Biology, and the Environment. Under the Sign of Nature: Explorations in Ecocriticism, 2003).